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21/06/2006 - 22h08
Vive la Fête fala sobre disco novo, carreira, moda e futebol

da Redação

A dupla belga Vive la Fête, formada pelo casal Els Pynoo e Danny Mommens, está no Brasil para o lançamento de seu disco mais recente, "Grand Prix", que saiu na Europa no final do ano passado.

Em São Paulo para dois shows na cidade (um só para convidados, na quinta, e outro aberto ao público, na sexta), o duo esteve no UOL para um bate-papo e uma entrevista na TV UOL.

Danny e Els, que são queridinhos do estilista alemão Karl Lagerfeld e já participaram com o Vive la Fête de um desfile da Chanel, em 2002, falaram sobre seu casamento, moda, música e futebol.

"A Els sabe o nome de quase todos os jogadores do Brasil", provocou Danny. "Quase todos", respondeu a loira de um metro e oitenta, que foi capaz de listar oito dos onze nomes. "No domingo passado, assistimos à partida (Brasil contra Austrália), e foi a primeira vez que vimos um jogo juntos. Virei fã", disse.

A dupla não distingue o início do namoro e o começo da banda. "Começamos o grupo no dia em que nos conhecemos", contou Els, "e me mudei pra casa dele no dia seguinte". "Acho que um casal formado no showbiz leva uma vida diferente, mas é bom. Trabalhamos juntos porque amamos o que fazemos e nos entendemos. É prazeroso", disse.

O Vive la Fête surgiu no final da década de 90, na onda das bandas de electro, com o disco "Nuit Blanche". Com seus vocais sensuais, em francês, Els logo atraiu comparações com o pop de Serge Gainsbourg.

"Eu sempre fui uma grande fã das mulheres que cantavam com Gainsbourg, Jane Birkin e Brigitte Bardot, por isso cantamos em francês e não em flamengo (holandês falado na Bélgica)", explica a cantora, "além do mais, o francês é muito mais romântico e sensual".

A cantora diz também que não poderia cantar em inglês: "É pop demais. Na Bélgica todas as bandas gravam em inglês. Eu queria fazer uma coisa diferente". Para Danny, que vem de uma família flamenga e não fala francês, o que vale é a sonoridade da língua: "É como se a língua, o francês, fosse um instrumento".

No disco mais recente, o Vive la Fête está mais para um grupo de rock do que para o duo de electro do início da carreira e tiveram a ajuda de músicos de apoio para isso, numa formação com guitarra, baixo, bateria e teclados.

"No primeiro disco, tínhamos tantos teclados que era impossível tocar (o mesmo arranjo) num show", conta Els. "Quisemos trazer para o disco novo uma sonoridade mais 'ao vivo'".

"E agora", brica Danny, "a música acaba quando a gente quer, não quando a programação termina".

Para assistir à entrevista (em português e inglês) e aos clipes de "Schwarzkopf", "Hot Shot" e "Touche Pas", clique nos links abaixo da foto.

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