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Por que 2016 é um bom ano para recordar Amy Winehouse

A cantora britânica Amy Winehouse revolucionou a música e conquistou o título de diva Imagem: Matt Dunham/Divulgação

Do UOL, em São Paulo

01/02/2016 11h46

Quatro meses depois da estreia nos cinemas, chega nesta segunda-feira (1º) à Netflix o documentário "Amy" (assista ao trailer). O filme sobre Amy Winehouse traz algumas cenas da gravação de "Back to Black", o segundo álbum dela, que completa dez anos em 2016. É neste ano também que a morte precoce da cantora inglesa completa cinco anos. Entre memórias, sucessos e a tragédia final, será inevitável não falar de Amy.

Amy Winehouse em evidência

  • Imagem: Reprodução
    Imagem: Reprodução

    "Amy"

    O documentário "Amy" estará disponível para todos os assinantes do serviço de streaming Netflix a partir desta segunda-feira (1º). Para quem ainda não assistiu ao film, é a chance de ver o trabalho que foi recebido com entusiasmo no último Festival de Cannes. "Amy" está concorrendo ao Oscar na categoria melhor documentário. Bem recebida pelo público, a obra de Asif Kapadia (mesmo diretor de "Senna") traz cenas até então inéditas da vida da cantora e bastidores de gravações. O lançamento incomodou Mitch Winehouse, o pai da cantora, que acabou com uma imagem de relapso em relação aos vícios que tiraram a vida da filha. Mitch, inclusive, diz trabalhar em um novo documentário sobre a vida de Amy. No Reino Unido, a bilheteria do documentário só não conseguiu bater "A Marcha dos Pinguins" (2005). Leia mais

  • Imagem: Tim Ireland/AP
    Imagem: Tim Ireland/AP

    Cinco anos da morte

    Amy Winehouse morreu no dia 23 de julho de 2011. Ela foi encontrada desacordada e sozinha em sua casa no bairro de Camden Town. Após muitas especulações, o laudo oficial apontou a causa da morte como "níveis letais de álcool no sangue", que ela teria consumido "de maneira voluntária". A família, contudo, defende a versão de que a bulimia teria matado a cantora. Avessa à fama, Amy tentava levar uma vida normal frequentando pubs e bares do famoso bairro boêmio de Londres. Sua última aparição pública foi em um show de sua afilhada, três dias antes da triste data. Em 2014, Amy ganhou uma estátua em Camden Town. Leia mais

  • Imagem: Reprodução
    Imagem: Reprodução

    Dez anos do disco

    Lançado em 27 de outubro de 2006, "Back to Black" apresentou Amy Winehouse ao mundo. Ela já havia chamado bastante atenção no Reino Unido com "Frank" (2003), seu álbum de estreia, mas a mudança na sonoridade e no visual da cantora conquistaram o público. A potência de sua voz foi usada em letras autorais que refletiam um período bastante difícil da vida pessoal de Amy. O término de seu casamento "iô-iô" e uma rápida internação em uma clínica de reabilitação para curar seu vício em álcool e drogas renderam hits como "Rehab" e "You Know I'm No Good", além de "Back to Black", que dá nome ao disco. O período negro também gerou mudanças no corpo e na aparência da cantora, que perdeu muito peso e passou a usar o cabelo retrô como das divas do jazz e soul. Amy chegou a admitir que o exagero no penteado era uma forma de esconder sua timidez e que ela já não conseguia mais sair na rua sem ele. Assim, o cabelo volumoso combinado às tatuagens passaram a ser a marca registrada da cantora, que é imitada até hoje por seus admiradores. Ela ainda ganhou um álbum póstumo, mas "Back to Black" ficou marcado como seu melhor e mais visceral trabalho, que rendeu cinco Grammys e um BRIT Awards, além de várias indicações. Leia mais

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