Música

Bandas que participariam do festival SXSW são impedidas de entrar nos EUA

Reprodução/Facebook
Integrantes das bandas Massive Scar Era, United Vibrations e Soviet Soviet, barrados na entrada dos Estados Unidos Imagem: Reprodução/Facebook

De Nova York

14/03/2017 19h33

Pelo menos quatro bandas se viram obrigadas a cancelar sua participação no festival South by Southwest depois de ter a entrada nos Estados Unidos negada, que, segundo algumas opiniões, se deve à política do presidente Donald Trump.

O South by Southwest, um encontro anual de cinema, música e tecnologia que ocorre em Austin, no Texas, se tornou uma vitrine para os grupos que querem ingressar na indústria musical.

O grupo londrino United Vibrations, composto pelos irmãos Ahmad, Kareem e Yussef Dayes, afirmou que não teve o visto aprovado.

"Esperávamos nos encontrar com nossos irmãos e irmãs nos Estados Unidos para dividir nossa música. Por que não nos deixaram entrar? Por causa de nossos nomes? Pela música? Pela cor de nossa pele?", escreveram os membros da banda no Facebook, na segunda-feira (13).

United Vibrations responsabilizou as políticas de Trump e assinalou: "Há muita gente em situação muito mais difícil e que sofre nas mãos das forças externas e discriminatórias em jogo".

Yussef Kamaal, outro artista que se apresenta com Yussef Dayes, também foi obrigado a desistir de ir ao festival.

Não ficou claro até que ponto os recentes decretos de Trump sobre migração tiveram a ver com os casos do South by Southwest.

Os artistas estrangeiros precisam de visto para fazer turnês, embora costumem abrir exceções para festivais como o South by Southwest.

A banda italiana Soviet Soviet denunciou que seus três membros foram algemados e presos por uma noite e posteriormente deportados, após terem sido barrados no aeroporto de Seattle na semana passada.

"Nos declararam como imigrantes ilegais, ainda que nossa intenção não fosse de nenhum modo trabalhar nos Estados Unidos, ou voltar para a Itália", escreveu a Soviet Soviet no Facebook.

A banda egípcia Massive Scar Era, que reside no Canadá, disse que foi proibida de atravessar a fronteira por ter, segundo os oficiais, vistos incorretos. No Facebook, a banda também divulgou um comunicado, finalizado com um "RIP USA" ("descanse em paz, Estados Unidos").

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