Música

Justin Bieber é proibido de fazer show na China por "mau comportamento"

Bruna Prado/UOL
Justin Bieber apresenta seu show da "Purpose Tour" na Praça da Apoteose, no Rio de Janeiro Imagem: Bruna Prado/UOL

21/07/2017 08h09

As autoridades da China revelaram que fecharam as portas para futuras apresentações do cantor canadense Justin Bieber, por conta do "mau comportamento" do ídolo do pop dentro e fora do país asiático.

"Não é apropriado que entrem no país artistas que tenham tido comportamentos inadequados", disse o Escritório Municipal de Cultura de Pequim, em um comunicado publicado nesta semana, respondendo ao pedido de um fã para que Bieber pudesse se apresentar na China.

"Bieber é um jovem cantor com muito talento, mas também polêmico, e como figura pública teve uma série de comportamentos poucos adequados em sua vida social, tanto no exterior como dentro da China", explica a nota.

Por enquanto, o país não permitiu que o artista, de 23 anos, atue nos palcos chineses "com o objetivo de regular a ordem das atuações e purificar o ambiente", acrescentando no documento publicado no site oficial do departamento de cultura.

A nota é finalizada desejando que "Justin Bieber possa melhorar as suas palavras e comportamentos à medida que amadurecer e se transformar em um verdadeiro cantor pop".

A China vetou a entrada de diversos artistas internacionais no passado, ainda que seja pouco habitual que as autoridades expliquem a razão dos vetos, como fizeram agora com Bieber.

Artistas, como a islandesa Bjork (que gritou a favor de um Tibete independente durante uma apresentação em Xangai), Bon Jovi, Oasis e Guns N'Roses tiveram problemas com as autoridades chinesas e inclusive sofreram cancelamentos de shows na última hora por desavenças políticas com o regime comunista.

Justin Bieber fez uma turnê na China, em 2013, quando causou certa polêmica ao percorrer a Grande Muralha e tirar fotos sendo levado nas costas por seus seguranças.

No entanto, a maior polêmica de Bieber com a China foi protagonizada no ano seguinte, quando visitou em Tóquio (Japão), o santuário Yasukuni, um lugar impopular em outros países da Ásia Oriental, pois homenageia, entre outros, crimes de guerra na época em que o Exército japonês invadiu o território chinês.
 

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