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Living Colour sofre com baixa qualidade do som no Palco Sunset

José Norberto Flesch

Do UOL, no Rio

13/09/2013 19h44Atualizada em 13/09/2013 23h27

Depois de seis atrações, o Palco Sunset encerrou seu primeiro dia de Rock in Rio 2013 com o encontro da banda americana Living Colour com a cantora africana Angelique Kidjo. Sucesso na década de 80 e 90, o Living Colour, que também passa por São Paulo após o Rock in Rio, volta ao Brasil com a comemoração dos 25 anos do álbum "Vivid". Nos concertos mais recentes, o grupo tem tocado clássicos de seu repertório e covers de artistas como Robert Johnson e The Clash.

A apresentação teve os dez primeiros minutos prejudicados pela má qualidade do som. Simplesmente não se ouvia a voz de Corey Glover nem a guitarra de Vernon Reid. Melhorou um pouco no início de "Open Letter (to a Landlord)", mas somente a partir de "Glamour Boys" deu para se apreciar alguma coisa. Glover, a essa altura, aproveitou para descer até a grade e ficar próximo do público. 

Criador do Rock in Rio diz que edição 2013 tem o melhor line-up. Concorda com ele?

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A convidada Angelique Kidjo entrou na sequência, falando em português e ensinando a plateia a cantar o refrão de "Mama Africa". O público entrou na onda e saiu dançando. Foi a primeira das parcerias que a cantora africana mostrou ao vivo com o grupo.

Mesmo com o som um pouco melhor, ainda era difícil ouvir direito a guitarra de Reid. Quando tudo acabou, com "Solace of You", ficou a sensação de que o show deveria ter sido feito em qualquer outro local, menos no palco secundário de um megafestival que, ao menos neste show, deu a entender que não se preocupa tanto com a qualidade do som da turma do "palquinho".

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O Palco Sunset foi aberto às 14h30 com o encontro de Flávio Renegado e Orelha Negra. Na sequência, o grupo Vintage Trouble surpreendeu os desavisados com um show arrebatador e o convite para receber a inglesa radicada no Brasil Jesuton. E a cantora belga Selah Sue juntou-se a Maria Rita.

Início do festival
Os portões do Rock in Rio 2013 foram abertos às 14h com fogos de artifício e ao som da tradicional música-tema do evento. Sob forte sol, a Cidade do Rock marcava nesta tarde temperatura de 27°C, mas a sensação térmica ultrapassava os 30°C.

Um princípio de tumulto tomou conta quando o primeiro grupo de fãs foi liberado, depois da primeira revista. Cerca de 50 policiais militares faziam o primeiro bloqueio para realizar a revista. Na sequência, o público ainda precisa caminhar cem metros até chegar às roletas.

Apressados, os fãs correram e tiveram que ser contidos por seguranças para a validação dos ingressos. "Vale tudo para ser o primeiro", exclamou uma jovem que entrou correndo e aos berros. Ela foi uma das primeiras a entrar na Cidade do Rock.