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Reconhecido por um tuíte, paraguaio ganha baixo do Mötley Crüe

Alexandre Matias

Colaboração para o UOL, do Rio

20/09/2015 01h33

O show do Mötley Crüe no Rock in Rio 2015, na noite deste sábado (19), foi o segundo que o paraguaio Victor Rivarola, 24, assistiu da banda. No primeiro que viu, em 2011 em Buenos Aires, ele foi contemplado com uma palheta do baixista Nikki Sixx. Desta vez, o músico entregou a ele seu próprio instrumento. "Ele reconheceu a bandeira que eu havia tuitado", contou o estudante ao UOL

Victor havia publicado em sua página no Twitter uma versão da bandeira do Paraguai com os dizeres "RIP Mötley Crüe: 1981-2015. Paraguayan Crüeheads for the Eternity". O baixista da banda norte-americana gostou da homenagem e retuitou a imagem, acrescentando: "Bad ass. We are here for you" (em tradução livre: "Foda. Estamos aqui por vocês").

Pela primeira vez no Brasil, Victor chegou ao Rio com os irmãos Cristian, 18, e Ricardo, 23, e o amigo Tito Ramirez, 30. Na sexta-feira, foi à Cidade do Rock reconhecer o terreno para saber qual era o melhor jeito de chegar mais perto da banda de suas vidas. "Eu amo o Mötley Crüe, mas quando soube que o Queen tocaria no dia anterior, me animei ainda mais para vir, porque além de querer conhecer o Rock in Rio, ainda assistiria ao show que é o símbolo do festival", contou. Os irmãos e o amigo marcaram a vinda para o Brasil assim que souberam que seria a única data da banda californiana na América do Sul, que está em turnê de encerramento da carreira.

Ao final do show, Victor percebeu que Nikki havia reconhecido a bandeira e que iria entregar algo para ele. "Eu achei que seria só a palheta, mas quando vi que ele queria me dar o baixo, tive que subir na grade para pegá-lo, e aí caí", disse, mostrando um hematoma no braço. "Dói um pouco, mas não quebrou nada, e ainda fica como lembrança dessa história incrível."

Os quatro amigos, que ficam no Rio de Janeiro até domingo, deixaram o Rock in Rio logo após o show do Mötley Crüe. "Agora é hora de curtir", disse o estudante, acrescentando que o instrumento não será tocado. "Ele vai para a parede, virou troféu".

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