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Assassino de John Lennon tem pedido de liberdade negado pela nona vez

Mark David Chapman, assassino de John Lennon, em foto divulgada pela polícia de Nova York (9/12/1980) - AFP
Mark David Chapman, assassino de John Lennon, em foto divulgada pela polícia de Nova York (9/12/1980) Imagem: AFP

Do UOL, em São Paulo

30/08/2016 09h46

Mark David Chapman, o assassino do beatle John Lennon, teve sua liberdade condicional negada pela nona vez, informaram as autoridades penitenciárias do estado de Nova York nesta segunda (29).

A negação acontece dois anos depois de seu último pedido. Mark Chapman, de 61 anos, foi condenado à prisão perpétua em 1981.

Na carta de recusa, o conselho afirmou: “Descobrimos que sua liberação seria incompatível com o bem-estar da sociedade e depreciaria a seriedade do crime a ponto de minar o respeito pela lei”.

Na imagem, John Lennon, um dos líderes dos Beatles, aparece ao lado de Mark David Chapman, que pediu um autógrafo ao músico, pouco horas antes de matá-lo a tiros. O crime aconteceu no dia 8 de dezembro de 1980, em Nova York - Reprodução - Reprodução
John Lennon aparece ao lado de Mark David Chapman, que pediu um autógrafo ao músico, pouco horas antes de matá-lo a tiros
Imagem: Reprodução
Embora exista quem apoie a sua libertação, outros, incluindo Yoko Ono, têm escrito cartas ao conselho de liberdade condicional pedindo para que a solicitação de Chapman seja sempre recusada.

Lennon estaria com 75 anos hoje, se Chapman não tivesse disparado cinco tiros contra o cantor em 8 de dezembro de 1980. O assassino cumpre condenação na prisão de alta segurança de Wende, em Alden, no estado de Nova York.

• Com informações da AFP