Música

Empresário brasileiro ganha ação de R$ 1,5 milhão contra U2

AFP / THOMAS SAMSON
Declarações de integrantes do U2 sobre um show realizado no Rio, em 1998, levaram empresário a entrar com ação na justiça Imagem: AFP / THOMAS SAMSON

Jotabê Medeiros

Colaboração para o UOL, em São Paulo

16/12/2016 12h33

O empresário brasileiro Franco Cecchini Bruni Neto ganhou uma ação de R$ 1,5 milhão contra a banda irlandesa U2, uma das maiores do mundo, em julgamento na manhã de quinta-feira (16) em Florianópolis, por conta de declarações de integrantes do grupo criticando um show realizado por ele no Rio de Janeiro.

Com correções, a indenização pode chegar a R$ 5 milhões. A decisão da 4ª Câmara Civil do Tribunal de Justiça de Santa Catarina foi por unanimidade. A banda pode recorrer ao STF. 

"16 anos, 22 dias e algumas horas de julgamento. Justiça!", comemorou Bruni esta manhã. Ele foi o primeiro empresário a realizar um show do grupo no Brasil, em 1998. O show foi apoteótico, mas algumas circunstâncias da organização marcaram o evento - o Rio de Janeiro parou na tarde do show, por conta de problemas de trânsito.

Em 10 de janeiro de 2003, em razão de uma entrevista da banda ao jornal "O Globo", Bruni entrou com ação indenizatória. O baterista Larry Mullen Jr. afirmava que Bruni não tinha honrado os cachês do grupo, o que motivou o processo contra o músico e também contra o jornalista que assinava a reportagem e o jornal "O Globo".

Em janeiro de 2011, Bruni obteve o primeiro êxito em sua ação, com a condenação de Larry Mullen ao pagamento de R$ 800 mil. Mas o empresário não ficou satisfeito e recorreu. Na nova sentença, o desembargador Joel Figueira incluiu o vocalista Bono Vox como condenado, como pedia Bruni, e isentou de responsabilidade o jornal "O Globo" e o jornalista autor do texto.

Franco Bruni considera que as declarações dos músicos contribuíram para aniquilar sua carreira no show business, minando sua reputação. Ele também abriu outras ações contra os representantes da banda, como os empresários Paul McGuinness e Arthur Flogel (da empresa Live Nation), pela distribuição de um comunicado e por outras declarações colocando em suspeição sua idoneidade.

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