Música

Crosby, Stills, Nash & Young pode se reunir, e a culpa é de Donald Trump

Getty Images
O supergrupo Crosby, Stills, Nash & Young Imagem: Getty Images

Do UOL, em São Paulo

Um dos primeiros supergrupos da história, o Crosby, Stills, Nash & Young está perto de superar desentendimentos e ser reunir em breve. Tudo porque eles odeiam mais Donald Trump do que a eles mesmos e estariam dispostos a protestar contra o republicano. A informação foi revelada pelo próprio Graham Nash à revista "Variety". 

"Acredito que as questões que nos mantêm separados são menores do que o que podemos fazer se chegarmos lá e começarmos a falar sobre o que está acontecendo", disse Nash. "Então eu estaria totalmente preparado para isso mesmo que eu não esteja falando com David [Crosby] nem com o Neil [Young]. Acho que somos pessoas inteligentes e, no fim, percebemos o que podemos fazer."

A mudança repentina de postura de Nash surpreende, já que no ano passado ele disse publicamente que David Crosby havia sido "horrível" com ele, sendo ingrato pelas décadas de parceria e o tratando como "merda" na última reunião dos músicos. A imprensa e os fãs trataram a afirmação como a derradeira pá de cal da banda.

Segundo Nash, no entanto, o mundo precisa deles e ainda mais de gente da nova geração capaz de lutar contra a postura radical e "retrógrada" do atual presidente americano. Gente influente e com milhões de seguidores nas redes sociais, como Lady Gaga, ele diz.

"Não podemos deixar que esse homem mine tudo pelo qual temos lutado nos últimos 30 anos, que é o que está acontecendo. Você não conseguiria escrever o roteiro do mundo hoje e oferecê-lo a Hollywood. Eles ririam de você: 'Então, esse é o cara que se torna presidente e faz isso?" É uma história maluca'."

Apesar do apelo público de Nash, nenhum outro integrante do Crosby, Stills, Nash & Young, que parou de se apresentar em 2016, manifestou-se sobre uma possível reunião do grupo.

Formada em 1968, ainda sem Neil Young, a banda lançou alguns dos maiores clássicos do folk rock nos anos 1960 e 1970, como a faixa "Ohio", com letra de cunho político que critica o assassinato de quatro estudantes que protestavam contra a Guerra do Vietnã. Sem Young, o CSN se apresentou apenas uma vez no Brasil, em 2012.

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