Música

One Direction ficou no passado: Harry Styles aponta para uma nova direção

Rosalind O'Connor/NBC/Divulgação
Harry Styles antes da primeira apresentação solo na TV: Outras direções Imagem: Rosalind O'Connor/NBC/Divulgação

Do UOL, em São Paulo

01/05/2017 04h00

Em seu primeiro passo fora do One Direction, Harry Styles indicou que está pronto para seguir em outra direção.

Com 23 anos, o cantor dá sinais que deixou para trás o passado de integrante de boy band para abraçar a maturidade sobretudo musical, como ele demonstrou com o single “Sign of the Times” e na apresentação ao vivo de “Ever Since New York”, duas das dez canções que estarão em “Harry Styles”.

O cantor gravou parte do disco na Jamaica e criou uma sonoridade mais atenta ao glam rock dos anos 1970 do que ao pop do antigo grupo.

O álbum só sai na próxima semana, no dia 12, mas a ansiedade é tanta que reunimos aqui o que já sabemos sobre esse novo cantor a surgir:

 

“Isto é Harry Styles?”

“Sign of the Times” já é, disparada, a melhor canção entre os trabalhos solos dos garotos do One Direction. Menos pop e com mensagem misteriosa sobre a chegada (ou a partida) de alguém – “Bem-vindo ao show final / espero que você esteja usando suas melhores roupas / Você não pode subornar a porta em seu caminho para o céu / Você está muito bem aqui embaixo” --, a música conseguiu a façanha de superar o megahit “Shape of You”, de Ed Sheeran, nas paradas do Reino Unido. O produtor Jeff Bhasker confirma: “Eu acho que as pessoas não sabem dos muitos lados dele que estão nesse álbum. Você toca [o disco] e as pessoas se perguntam: ‘Isso é Harry Styles?’”

Mesmo produtor de Stones e Kanye West

Quem assina a produção “Harry Styles” é Jeff Bhasker, um veterano da música pop que trabalhou largamente com Kanye West, mas também com Bruno Mars, Taylor Swift, Drake, Jay Z e até Rolling Stones (na música “Doom and Gloom”). Bhasker diz que se surpreendeu com o trabalho e garante: O disco está diferente de tudo que já ouvimos. “Isso me faz perceber que Harry era uma espécie de versão digitalizada no One Direction, quase um personagem”, cutucou o produtor.

Divulgação
Harry Styles: Trabalhou na fossa Imagem: Divulgação


Ex inspiradora

Segundo a revista “Rolling Stone”, Styles compôs quase todo álbum inspirado por um relacionamento mal sucedido. Mas não, não se trata de Taylor Swift. O cantor comentou que o caso aconteceu recentemente, mas se recusou a dar nome. "Ela é uma parte enorme do álbum", diz. Styles foi muitas vezes visto com Kendall Jenner, mas os dois nunca confirmaram o relacionamento.

Matt Sayles/Invision/AP
Harry Styles, durante apresentaēćo no American Music Awards em 2015 Imagem: Matt Sayles/Invision/AP

Como é ficar sozinho?

As composições do novo disco são... Bem… vamos deixar o próprio cantor explicar: “Eu não acho que as pessoas querem me ouvir falar sobre ir a bares e como as coisas são incríveis, champanhe estourando… quem quer ouvir sobre isso? Eu não quero ouvir meus artistas favoritos falar sobre toda merda incrível que eles fazem. Eu quero ouvir como você se sentiu quando esteve sozinho no quarto de hotel porque escolheu estar sozinho", explicou. “Eu não quero escrever ‘histórias’. Eu quero escrever minhas histórias, coisas que acontecem comigo”.

Gabriel Reis e Marcello As Barretto / AgNews
Harry toma banho na piscina em um hotel no Rio Imagem: Gabriel Reis e Marcello As Barretto / AgNews

Gravando na Jamaica

De acordo com a “Rolling Stone”, Styles se isolou em um retiro em Port Antonia, na Jamaica, para trabalhar no álbum. As gravações começaram logo em seguida às filmagens do novo épico de Christopher Nolan, “Durkirk”, em que Styles fará uma participação. O cantor ocupou uma casa de dois andares cheia de instrumentos. Antes de iniciar os trabalhos, aproveitava as manhãs para um mergulho na enseada deserta perto da casa. Depois das gravações, dedicava boas horas para assistir a comédias românticas no Netlix. "Virei um especialista em Nicholas Sparks", brincou.

Divulgação
Arte para a capa do álbum solo de Harry Styles Imagem: Divulgação
Sem rosto

Acostumado à extrema exposição, Styles subverteu as expectativas ao não mostrar o rosto na capa do disco. Na arte divulgada, ele aparece submerso em uma espécie de piscina de água rosa. Ele conta que chegou a cogitar chamar o disco de “Pink”. O álbum sai pelo próprio selo de Styles, o Erskine Records.

Manuela Scarpa/Photo Rio News
Harry Styles em show do One Direction, em São Paulo Imagem: Manuela Scarpa/Photo Rio News
Turnê

O disco ainda nem saiu, mas Styles já divulgou que ele vai estar em turnê pela América do Norte e Europa a partir de setembro. Desta vez, bem longe dos estádios por onde ele passava com o One Direction. A pegada agora é intimista e começa em São Francisco em uma casa de shows média. Muitas datas e países, mas... não foi dessa vez: O Brasil, por enquanto, está de fora.

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