Música

Trajetória "épica" de Joesley Batista vira paródia de "Faroeste Caboclo"

Reprodução
O empresário Joesley Batista, dono do grupo JBS Imagem: Reprodução

Leonardo Rodrigues

Do UOL, em São Paulo

25/05/2017 16h44

A saga "épica" do empresário Joesley Batista, responsável pelas delações que literalmente botaram fogo no país, virou música, mais precisamente uma paródia de "Faroeste Caboclo", da Legião Urbana. Ouça abaixo com videoclipe.

Publicada no canal Bhaz, a brincadeira é a oitava "homenagem" musical dos mineiros Pedro Guadalupe e João Basílio a personalidades e episódios de repercussão nacional, sempre inspirados em "Faroeste". Suas versões sobre o esquema da Petrobras e o empresário Eike Batista já viralizaram nas redes sociais em 2015 e 2016.

Na nova "Faroeste Caboclo VIII - Joesley Batista", a dupla narra a trajetória de Joesley, dono do grupo JBS, um dos maiores frigoríficos do mundo, mostrando como se deu sua relação promíscua com os poderosos do país, barril de pólvora dos casos de corrupção.

Trata-se de um bem-humoradomas nem por isso menos verídico resumo do noticiário político das últimas semanas. "Tive a ideia e demorei três dias para fazer tudo. Fiz o vídeo em uma noite e a letra em dois dias com o João. No mesmo dia, fomos ao estúdio, contratamos um cantor e gravamos", diz ao UOL Pedro Guadalupe, admirador de Renato Russo e diretor do portal mineiro Bhaz.

"Nós já temos meio que um formato. No início, a gente conta uma biografia, vai lá na origem do personagem. No meio, inserimos os desafios da história, exatamente como na original. Aí, mais para o fim, colocamos algo bem próximo da realidade do nosso tempo. Tentamos seguir essa métrica, usando partes semelhantes da letra."

Em meio a fotos e vídeos, a saga de Joesley na versão de faroeste tupiniquim cita as já clássicas propagandas da marca Friboi, de propriedade da JBS, inferindo que o poder (monetário) do empresário é tão grande que conseguiu até fazer Roberto Carlos, conhecido pelas irredutíveis manias, deixar de ser vegetariano. 

A paródia de crime sem redenção também lembra políticos como Aécio Neves e Michel Temer, terminando com versos de moral da história: "A gente viu que o crime até compensa, se você souber com quem se arrepender", diz Pedro na letra, em alusão ao fato de Joesley e seu irmão Wesley, proprietários da JBS, não terem sido presos no escândalo.

Sentiu falta de Lula na música? O colunista Rodrigo Constantino também. Em um post em seu blog nesta quinta (25), ele comparou a piada a um "biquíni" por "esconder o essencial", que seria o petista, outro dos investigados na Lava Jato. "Se o Constantino achou ruim e fez textão, é porque o trem ficou bom mesmo", brinca Pedro.

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