Música

"Fiquei três dias sem falar, depois ganhei 18 discos de ouro", diz Alcione

Reprodução
A cantora Alcione é entrevistada por Pedro Bial Imagem: Reprodução

Do UOL, em São Paulo

13/09/2017 08h42

Alcione reviu os problemas de saúde que enfrentou ao longo da carreira no "Conversa com Bial" de terça-feira (12). Além do susto com o coração, no ano passado --que a fez passar por uma angioplastia para colocar dois stents para desobstruir as artérias do coração, emagrecendo 24 quilos na sequência-- a cantora quase precisou encerrar a carreira no passado por conta de um problema na voz. Ela recorreu à ajuda espiritual para salvar sua carreira.

"Fui salva na espiritualidade por um médium chamado Edson Queiroz, que recebia o Dr. Fritz. Diziam que eu perderia minha voz, só teria um ano para cantar. Eu precisava escrever para que as pessoas me entendessem. Ele enfiou uma agulha aqui [aponta para o pescoço, na altura da garganta] e ela saiu torta. Não doeu nada, eu só tossi. 'Você não fala mais durante três dias, não deixa o ar entrar', ele disse. Depois que eu falei, ganhei mais 18 discos de ouro, graças a Deus e ao Dr. Fritz", agradece.

Alcione conta que também é médium e não abre mais mão de ouvir sua intuição. "Eu aprendi a dar passes no centro que eu frequento. Eu blefava com a minha intuição, mas aprendi. Uma vez, quando ainda não sabia que era médium, tinha um show marcado no Paraná, minha irmã queria muito me levar e eu não queria ir, dizia que não gostava do rapaz que me contratou e que ele daria um cano na gente. Ela insistiu, eu disse: 'vou fazer, mas você vai ter que vender seu Kadett se ele não pagar. Ele não pagou e minha irmã vendeu o carro".

A "Marrom" disse que resistiu para fazer a última operação. "Estava fazendo show, comecei a me sentir tonta. Não sou mulher de desmaiar, o dia que eu cair é para morrer. Me levaram para o Sírio Libanês, não gosto de hospital. Disseram que eu precisava fazer cateterismo. Falei que não ia fazer, o médico falou que eu ia cantar só até o Natal. Baixei a bola".

Alcione não esconde o orgulho por ter aberto portas para os negros no mercado fonográfico. "Negro não podia beijar, não podia cantar samba, nem ser romântico. Emílio Santiago foi e, quando cantei minha primeira música romântica, não parei mais. Provei que a gente pode ser romântico e cantador (risos)".

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