Rock in Rio

Público do 2º fim de semana do Rock in Rio prova que rock não tem idade

Giselle de Almeida
Miriam Coelho, 72, chegou cedo para ficar pertinho do Palco Mundo. Imagem: Giselle de Almeida

Giselle de Almeida e Marcela Ribeiro

21/09/2017 18h13

De olho no show da banda inglesa Def Leppard, a aposentada Miriam Coelho, 72, chegou cedo à Cidade do Rock nesta quinta-feira (21) para garantir um bom lugar perto do palco Mundo.

"Nunca venho no primeiro fim de semana, só venho quando começa a tocar rock. E não fico muito preocupada se tem gente da minha idade não. Eu me sinto em casa, a molecada toma conta de mim. Eu me sinto à vontade", conta ela, que ainda volta no sábado para ver o The Who.

Ficar na grade, no entanto, só se fosse pelo Iron Maiden, que estampa sua camiseta.

Giselle de Almeida
O professor Edson Nachtigal, 67, levou a filha, Julia, 19, para ver o Aerosmith Imagem: Giselle de Almeida

"Eles são a minha cachaça, minha paixão. Por eles eu ficaria imprensada lá. Meu sobrinho (Bruno, 22) ficou lá na grade hoje, mas se ainda fosse pelo Metallica ou Black Sabbath... Em 2015, fiquei com ele esperando o Slipknot", lembra ela, também interessada na apresentação de Alice Cooper no palco Sunset.

O professor Edson Nachtigal, 67, levou a filha, Julia, 19, para ver o Aerosmith. "Ela é mais fã do que eu. Sábado a gente volta para ver Guns N' Roses", diz ele, que veio do Rio Grande do Sul só para o festival.

A banda liderada por Steven Tyler também atraiu o casal Luiz Gadelha, 62, e Ronilda Medeiros, 45, de Brasília. Desde o início da tarde, eles guardavam lugar para ver o Aerosmith de perto. "Vale a pena. Chegamos às 13h e já visitamos tudo", conta o aposentado.

A aposentada Nilza Berlinga, 66 anos de São Caetano do Sul (SP), foi curtir o evento com a filha Thalita Berlinga.

"Viemos no primeiro dia, que teria Gaga. Foi bate e volta. Adorei. Essa semana nos hospedamos e fomos ontem conhecer a boemia do bairro da Lapa. Tomamos até uma cervejinha artesanal", contou Nilza.

Marcela Ribeiro/UOL
A aposentada Nilza Belinha, 66 anos de São Caetano do Sul (SP), foi curtir o evento com a filha Thalita Berlinga Imagem: Marcela Ribeiro/UOL

Thalita disse que foi influenciada pela mãe a gostar de rock e desde pequena ouvia Rolling Stones. "Hoje vim mais pelo Aerosmith. Eu e minha mãe ouvimos juntas".

Nilza e Thalita chegaram antes dos portões abrirem e só saem de lá após o último show."Só saímos depois dos fogos. O segredo da energia é a alegria de viver. E o rock traz muito disso", disse Nilza.

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