Lollapalooza

Destrinchamos o Lolla: Quem vem pela 1ª vez e quem vale a pena ver de novo

Kena Betancur/AFP
Eddie Vedder sempre se apresenta acompanhado por uma garrafa da bebida. Entre um gole e outro, o Pearl Jam capricha no setlist Imagem: Kena Betancur/AFP

Tiago Dias

Do UOL, em São Paulo

27/09/2017 18h02

Como se não bastasse as mais de cem horas de música ao vivo pela qual acabamos de passar com o Rock in Rio e o São Paulo Trip, e as dezenas de shows internacionais que o Brasil ainda vai receber até o final do ano, já temos mais um Lollapalooza Brasil a caminho.

Divulgação
Lineup do Lollapalooza Brasil 2018 Imagem: Divulgação

Com uma edição anabolizada, o festival volta a ter, em 2018, a configuração de três dias e uma lista ainda maior de atrações que prometem agradar tribos e gostos diferentes, sem deixar de ser o maior festival indie que você respeita.

Anote na agenda: o evento acontece nos dias 23, 24 e 25 de março no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

Destrinchamos melhor a programação, que foi divulgada nesta quarta-feira (27), entre quem dá as caras pela primeira vez e quem volta ao Brasil e você precisa ver de novo.

 

Pela primeira vez

Divulgação
Chance the Rapper, "Coloring Book" Imagem: Divulgação
Cada vez mais raras nos festivais brasileiros, as atrações inéditas ganharam atenção do Lolla este ano, com dois dos nomes mais instigantes do rap americano, Tyler, the Creator e Chance the Rapper (foto) -- este último, na esteira de seus três prêmios Grammy. Na mesma pegada, com uma influência maior do funk e do R&B, Anderson Paak, mostra o elogiado disco "Malibu". Os alemães do Milky Chance, que já fazem dançar nas pistas com seu reggae eletrônico prometem bombar no Autódromo de Interlagos. A dupla inglesa Royal Blood quebrou tudo com apenas baixo e bateria no Rock in Rio 2015, mas ainda é atração inédita em São Paulo.

Vale a pena ver de novo

Nede Losina /UOL
Imagem: Nede Losina /UOL
Ninguém é louco de reclamar que o Pearl Jam (foto) está mais um ano por aqui, certo? Assim como ninguém vai questionar a vinda do Red Hot Chili Peppers, anunciada dois dias depois de seu último show no Brasil. Ambas são ótimos exemplos de bandas que reconstroem o setlist incansavelmente, criando novas experiências a cada show. O The Killers, com disco novíssimo, também promete novidades com aquela mesma vibe dançante. E o malucão do Mac DeMarco deve cantar suas músicas fofas sob puro improviso. É uma caixinha de surpresa: O show pode terminar com ele pendurado na estrutura do palco ou fazendo o bis de cueca.

Nova fase

Reprodução
Imagem: Reprodução
Parece que a fase coroa de flores passou para Lana Del Rey (foto). A cantora tem sido bastante elogiada pelas músicas do novo disco, "Lust for Life", e pela desenvoltura no palco -- que no passado gerou muita controvérsia. Outro que merece ser revisto em nova fase é Liam Gallagher, que parece trilhar bem (pela primeira vez) sua carreira solo, após se aventurar com a banda Beady Eye. O Spoon tem mais de 20 anos de estrada, mas a cada disco que passa soa mais fresco e novo. Pode agradar em cheio quem vibrou com a presença de Strokes e do Arcade Fire nas últimas edições. O LCD Soundsystem deixou recentemente o hiato para lançar um novo trabalho, "American Dream", e sua presença, até pouco tempo dada com incerta pelos fãs, já vale o ingresso. Já David Byrne não lançou nenhum disco recentemente, mas sua cabeça fervilhante não deve deixar de trazer surpresas ao Brasil.
 

Nacionais

 
Ricardo Borges/Folhapress
Imagem: Ricardo Borges/Folhapress
O Lolla 2018 talvez seja a edição com as atrações nacionais mais interessantes dos últimos anos. Mano Brown, em projeto solo, faz sua festa black, enquanto Mallu Magalhães apresenta o suingue do elogiado disco "Vem". Ainda tem espaço pro folk popular de Tiê e o rock afetuoso de O Terno, um dos grupos de rock mais legais que temos por aqui. Outro acerto do Lolla foi ficar de olho nos queridinhos da nova geração. Faz tempo que Liniker e os Caramelows (foto) e Mahmundi mereciam estar na programação.
 

Ninguém conhece, mas vale a pena

Divulgação
Imagem: Divulgação
Khalid (foto) está bombando nos Estados Unidos, mas seu R&B irresistível, com letras sobre dramas adolescentes (o rapaz tem apenas 19 anos) ainda não bateu aqui. Quer um conselho? Não perca! É radiofônico e bom de dançar, assim como o som de Zara Laarson, que vem preencher o espaço deixado pelo eletropop de Marina and The Diamonds e Tove Lo, atrações de outras edições. A dupla londrina de alt-pop Oh Wonder também é uma boa pedida. E entre os brasileiros, o trio Ventre vai ser a banda indie que você ainda não conhece, mas que vai passar a respeitar.
 
 

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