Música

Sérgio Sá, autor de canções de Roberto Carlos e Tim Maia, morre aos 64 anos

Reprodução/Facebook
O cantor e compositor Sérgio Sá, que morreu aos 64 anos Imagem: Reprodução/Facebook

Do UOL, em São Paulo

03/10/2017 14h25

O compositor Sérgio Sá, 64, autor de mais de 350 canções, entre elas sucessos de Roberto Carlos, Chitãozinho & Xororó, Tim Maia, Simone e Fábio Júnior, morreu na madrugada desta terça-feira (3), em Fortaleza, no Ceará.

A informação foi confirmada por seu filho, Thiago Pinheiro, no Facebook. "É com imensa tristeza que comunico o falecimento de meu pai Sérgio Sá durante esta madrugada. Sérgio que estava na casa de uma prima em Fortaleza, foi vítima de um rápido processo de infarto por volta das 2:30 e não resistiu e nos deixou com a eterna saudade".

Sérgio Sá, que nasceu com catarata congênita, acumulava 48 anos de carreira. Na década de 70, lançou diversas baladas românticas sob o pseudônimo de Paul Bryan. Entre elas, lançou "Listen", em inglês, que fez sucesso na trilha sonora internacional da novela "O Bem Amado", de 1973. No ano seguinte, abandonou o pseudônimo e passou a assinar com o nome de batismo. Lançou "Sonhos de Um Palhaço" em parceria com Antonio Marcos, sucesso na voz de Vanusa. 

É de Sérgio um dos grandes sucessos de Fábio Jr., o hit "Eu Me Rendo", lançado em 1981, e também "O que é que há?", de 1982. São de Sérgio Sá as músicas "Como é Possível" (Roberto Carlos), "Olho do Furacão" (Simone), "O Vento e as Canções" (Tim Maia) e "Pensando em Minha Amada" (Chitãozinho & Xororó).

Seu último álbum, "Sérgio S/A" foi lançado no início de 2017 após conseguir recursos por meio de financiamento coletivo. O álbum contou com participações de Elba Ramalho, Gilberto Gil, Jorge Vercillo, Zeca Baleiro, entre outros. 

Sérgio Sá também lançou livros em que falava sobre sua deficiência visual. "Feche os Olhos para Ver Melhor" fala de vivências e reflexões sobre novas maneiras de enxergar o mundo e que foi também lançado em edição em braile. Em 2012, lançou seu quarto livro "Aos Olhos de Um Cego".

No Facebook, o filho relembrou o último encontro que teve com o pai. "Homem amoroso, sempre cheio de grandes ideias, dono de ouvidos incomparáveis, absolutos e nunca obsoletos, ele riria. Ainda não caiu a ficha, os choros vêm e vão entre ondas de silêncio, mas com a plena consciência do amor e da forte ligação que sempre existiu. Pai, estou feliz porque nunca deixei de falar que te amava, nunca deixei de sentir o seu amor apesar de tantas circunstâncias. Deus, obrigado por um encontro tão bonito antes do inevitável... Abro também os braços aos irmãos e família Clarice De Albuquerque e André Ferro com quem tenho a ligação paterna e eterna. E agradeço a todos os que participaram da vida e alegraram ao coração do meu pai! Celebramos sua vida e obra! Obrigado querido pai!"

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