Música

Roger Waters é vetado em TVs alemãs acusado de antissemitismo

Chris Pizzello/Invision/AP
Roger Waters se apresenta à plateia do Desert Trip em 2016 Imagem: Chris Pizzello/Invision/AP

Do UOL, em São Paulo

29/11/2017 08h26

Com datas marcadas para retornar ao Brasil, em outubro de 2018, Roger Waters vem enfrentando problemas em outro país. TVs alemãs desistiram da transmissão de seus shows, por conta de sua posição em defesa da Palestina e a favor de um boicote a Israel. Sua opinião é vista por eles como antissemitismo, e as companhias preferiram não ter ligações com os concertos que serão realizados no país pelo ex-Pink Floyd.

Roger Waters vem divulgando a turnê “Us & Them” pelo mundo, em que entoa clássicos do Pink Floyd e volta a bater forte em temas políticos - Donald Trump é um de seus alvos. O Maracanã já agendou uma data para recebê-lo, em 24 de outubro

Waters é um dos principais nomes da BDS, uma organização pró-Palestina. Cinco TVs estatais da Alemanha e algumas rádios se recusaram a transmitir concertos do músico de 74 anos. Ele se apresentará em Berlim e Colônia, mas transmissoras como a RBB preferiram passar uma mensagem de intolerância com o que chamaram de antissemitismo.

“É importante tomar uma posição clara com a comunidade judaica frente às acusações de antissemitismo contra ele”, disse a diretora da RBB, Patricia Schlesinger, segundo o The Guardian.

“A decisão rápida e decisiva destas empresas é um sinal importante na luta contra o antissemitismo”, disse Josef Schuster, presidente do Conselho Central de Judeus da Alemanha.

A posição contrária ao estado de Israel não é nova para Roger Waters. Ele compara sua briga à contra o apartheid na África do Sul, por exemplo.

“Todos sabíamos da importância de um boicote cultural e esportivo ao regime de apartheid na África do Sul. O mundo se organizou ante ao absurdo proposto por um governo que defendia uma supremacia racial, oprimindo a população negra daquele país. Não é algo sobre a população de Israel ou sobre os judeus e sobre a religião. Nunca incitaria o ódio contra eles. Na realidade, a população de Israel é personagem importante, pois são cidadãos ativos e acreditam em mudanças nas políticas do governo”.

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