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Lollapalooza

Com ar de Tomorrowland, palco eletrônico do Lolla atrai até metaleiros

Tiago Dias/UOL
No palco Perry's, os namorados Maysa Parente, 25, e Carlos Cardon, 25, aguardavam para assistir ao show de Metallica Imagem: Tiago Dias/UOL

Tiago Dias

Do UOL, em São Paulo

25/03/2017 18h32

Dedicado à música eletrônica, o palco Perry's ganhou neste ano um visual mais anabolizado. Maior e com som mais potente, o espaço ganhou cenário com luzes e efeitos de fumaça e papel picado, nos mesmos moldes do Tomorrowland, famoso festival de música eletrônica que chegou ao Brasil na esteira do sucesso do Lollapalooza. 

O upgrade atraiu até mesmo os fãs do Metallica, que encerra a noite do primeiro dia do festival, após os shows do rapper Criolo, o pop de Tove Lo e as baladas eletrônicas de The XX. "Achei interessante essa combinação de estilos e a locomoção de um palco para o outro ajuda a conhecer outros sons", disse Carlos Cardon, 25, ostentando a camiseta do headliner no show do DJ Don Diablo.

Ele veio de Lavras, em Minas Gerais, com a namorada Maysa Parente, 25, só para conhecer o evento. Com look mais colorido e gosto eclético, ela elencou seus shows do dia: Criolo, The XX e Metallica. "Essa história de tribos diferentes é um mito. O mais legal mesmo é misturar. Estou adorando", disse.

Tiago Dias / UOL
O vice-prefeito de São Paulo, Bruno Covas, com o filho no Lollapalooza Imagem: Tiago Dias / UOL

Bruno Covas metaleiro

Com o espaço cheio, Don Diablo usou a infraestrutura para um show com muito efeito visual, mas agradou mesmo a claque roqueira com um trecho de "Smells Like Teen Spirit", do Nirvana. 
 
A apresentação foi acompanhada até mesmo pelo vice-prefeito de São Paulo, Bruno Covas, que aboliu o visual social para vestir uma camiseta do Guns N’ Roses. Ao contrário do filho Thomas, que mesmo vestido com a camiseta do Iron Maiden, curtia o show, Covas foi direto: “Se não fosse o Metallica eu nem viria”.
 
Pela segunda vez no festival, o vice-prefeito atendeu fãs que usavam coroas de flores na cabeça e disse que chegou ao Autódromo de trem. “foi super tranquilo”. Mas negou que a Virada Cultural aconteça no local, como chegou a sugerir o prefeito João Dória. “O André (Sturm, secretário municipal de cultura) estava vendo isso. Parece que foi descartado".
 

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