Festival Villa Mix

Visual "top", chuva, bastidores e popnejo: O que rolou no VillaMix Festival

Rodolfo Vicentini, Osmar Portilho e Felipe Pinheiro

Do UOL, em São Paulo

08/10/2017 08h22

O VillaMix Festival São Paulo invadiu o Estádio do Morumbi no sábado (7), dando prioridade para a união entre o sertanejo e o pop. A grandiosa estrutura do palco de 70 metros de comprimento montada no gramado ajudou a transformar o dia em uma grande balada. Telões, decorações espalhadas, luzes programadas e chuvas de confetes deram o ar da graça.

E por falar em chuva, não foram apenas os confetes que caíram do céu. A chuva castigou o público que acompanhou o festival, principalmente à tarde.

"Quase levei um capote", brincou Simaria com o palco escorregadio durante apresentação.

Junto com a irmã, Simone, a dupla foi só simpatia, tocou Anitta e ainda comandou o "stand-up" sertanejo. "Para de falar que você gordinha, você é deliciosa. Vai entrar para o Fifth Harmony", garantiu Simaria, levando o público ao delírio, que logo começou a gritar "Mulherão da P***" para elas.

Por falar na principal atração internacional do VillaMix, as meninas entregaram um show pop de primeira categoria. Dança de um lado, interação com os fãs de outro e muita sensualidade fizeram parte do pacotão do grupo pop, que levou a apresentação inteira no gogó e usou pouquíssimo playback.

Apesar de tanto esforço, boa parte do público não comprou a ideia do festival, "O Mundo é Mix". Depois dos shows popnejos certeiros de Matheus & Kauan e Jorge & Mateus – este último com direito a coro do público de "Fora, Temer"  --, o Fifth Harmony subiu ao palco no momento em que a bebida, comida e um lugar para descansar pareceram mais importantes.

Por fim, Xand e o Aviões colocaram lenha na fogueira de novo e a pista ficou tomada com o forró pegado da banda de Fortaleza. Para encerrar o festival e concretizar a ideia dos organizadores de juntar diferentes estilos musicais em uma grande celebração com base sertaneja, o youtuber talentoso Rudy Mancuso tocou do funk ao hip hop passando pelo sambinha em um show de um homem só.

Como ser "top" na chuva?

A previsão do tempo avisou, mas mesmo assim muita gente foi surpreendida pela chuva. Quem queria desfilar seus looks pelo Estádio do Morumbi acabou ensopado ou teve que esconder suas roupas por baixo das capas de chuva.

As amigas Brenda Bernardino, Larissa de Toledo e Jaqueline Duque enfrentavam a chuva no meio da tarde sem capa. "Se engrossar, a gente vai ter que usar", disse Brenda. "A gente se programa antes o que vai usar e pensávamos até que ia ter sol", lamentou.

Quem também foi pega de surpresa foi Daiane de Moraes. "A gente vem toda produzida e já chega aqui com a maquiagem toda borrada. Usando a capa de chuva que nem protege. Estraga o look, mas tem que aproveitar", disse.

Quando anoiteceu, foi a vez do LED brilhar. Bonés com logotipo do festival vendidos a R$ 70 fizeram a cabeça de parte do público. Com uma bateria interna, o item brilhava na aba, chamando a atenção na pista.

Um item um pouco mais raro, mas bem tradicional do sertanejo, foi o chapéu de caubói. Para alguns fãs do sertanejo mais "raiz", a peça até ajudou na hora do flerte.

Ostentando seus chapéus, Eduardo Rodrigues, 26, e Carlos César, 31, também levantaram a bandeira do sertanejo antigo no festival, mesmo que o som hoje se aproxime mais do pop. "A gente sempre curtiu sertanejo. Desde pequeno. É de família. A gente é chucro mesmo", afirmou Carlos.

Além de carregar o estilo clássico do sertanejo, a dupla comemora que o adorno também ajuda na hora do flerte. "As meninas pedem pra tirar foto com o chapéu e isso já puxa a conversa e abre os caminhos", afirmou Carlos.

Correria e satisfação: eu toquei no Villa Mix

Os bastidores do VillaMix Festival SP foram de empolgação e correria. Simone e Simaria, que chegaram ao estádio do Morumbi pouco antes de subirem ao palco, deixaram o festival em um jatinho particular direto para um show no Rio Grande do Sul.

No camarim, a dupla dizia estar morta de fome, mas mesmo diante de alguns percalços que ela já estão acostumadas, nada de "mimimi". Sempre divertidas, as coleguinhas brincaram, contaram o que sentem falta de quando eram anônimas e de sorrisos fáceis deram seu até breve ao evento que as enche de orgulho em participar.

A pressa já faz parte da rotina do DJ Alok, que no último mês fez 30 shows no Brasil e no mundo. Após tocar no Villa, nada de deixar a poeira baixar. Seu compromisso, na sequência, era animar a festa de casamento de Marina Ruy Barbosa e Xandinho Negão, em Campinas.

Entre todos os artistas do festival, o que pairava era a satisfação em fazer parte do evento que teve do pop internacional do Fifith Harmony ao sertanejo de Jorge e Matheus. Xand, do Aviões, resume a energia que contagia público e artistas: fazer ecoar emoção e não apenas um estilo musical. "Eu faço música", define ele.

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