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Campeã do "The Voice", Samantha Ayara teve de superar trauma no programa

Divulgação
Samantha Ayara e Michel Teló, time vencedor do "The Voice Brasil" Imagem: Divulgação

Do UOL, em São Paulo

22/12/2017 01h25

Vencedora da sexta edição do “The Voice Brasil”, a mineira Samantha Ayara virou exemplo de superação e perseverança no programa. Há um ano, a jovem de 20 anos, natural de Belo Horizonte, foi recusada na fase de audições às cegas, a primeira do “reality”, quando nenhum dos quatro técnicos concedeu aprovação virando a cadeira.

Insistente, ela se inscreveu novamente e logo deu mostras de que a maré havia virado. Rastreando com “Pretty Hurts”, de Beyoncé, a jovem impressionou os jurados e se classificou de forma unânime, elogiada pelo alcance e dramaticidade vocal. Acabou escolhendo o time de Ivete Sangalo.

Na etapa seguinte, a de tira-teima, Samantha mostrou segurança cantando “What About Us", da cantora Pink, e eliminou o rival Samuell Sabino. Invicta ao longo de toda a competição, ela ainda derrotou as elogiadas Danielle Dias e Sinara Costa nas fases de batalhas e batalhas dos técnicos defendendo, respectivamente, "Me Adora" (Pitty) e "Sorry Not Sorry" (Demi Lovato). Surgia ali uma das várias favoritas ao título.

Com presença de palco, vocal virtuoso e pendência para o pop jovem, a mineira foi crescendo ao longo da competição, em que também cantou "Ovelha Negra" (Rita Lee) e "I'll Never Love This Way Again" (Dionne Warwick), que lhe valeu lugar na final em duelo com a dupla sertaneja Alysson e Adysson, queridinha do técnico Michel Teló.

Sem experiência

Moradora da região do Barreiro, periferia da capital mineira, Samantha é novata. Nunca teve aulas de música nem chegou a se apresentar profissionalmente. Em entrevista ao site F5, afirmou que chegou ao programa desacreditada e sem grandes pretensões de título.

"Se eu conseguisse entrar no ‘The Voice’, já teria mostrado evolução. Mas, à medida que fui passando de fases, fui mudando meus conceitos, e minha confiança aumentou”, disse Samantha, que afirmou que agora pretende estudar canto e inglês. Com a conquista, ela garantiu R$ 500 mil e um contrato com a Universal Music, que prevê agenciamento da carreira.

"Tive a confirmação de que não existe outro caminho a seguir que não seja na música. Gosto de letras dramáticas e de cantoras como Whitney Houston, Céline Dion e Maysa Matarazzo. Porém, ouço esses tipos de música e as transformo em algo próprio, como fiz no programa", afirmou ela, incentivada por Teló a insistir no pop.

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