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Últimos dias de Dolores: Ano Novo com namorado e ansiosa com nova gravação

Do UOL, em São Paulo

16/01/2018 12h50

Dolores O’ Riordan passou a noite de ano novo com namorado e, até poucas horas antes de ser encontrada morta, aos 46 anos, em Londres, soava “cheia de vida” em um áudio enviado para um amigo por telefone.

Quem contou a história foi o produtor Dan Waite. Ele recebeu uma mensagem de voz onde a vocalista e líder do Cranberries soava otimista e ansiosa para a nova versão de “Zombie”, que ela gravaria naquele mesmo dia com a banda Bad Wolves.

"Dolores me deixou uma mensagem de voz logo depois da meia-noite da noite passada contando o quanto ela amava a versão de ‘Zombie’ de Bad Wolves. Ela estava ansiosa para me ver no estúdio e gravar os vocais", disse Waite à revista "People". Ele estava por trás da regravação do hit de 1994.

"Ela soou cheia de vida, estava brincando e ansiosa para ver minha esposa e eu esta semana. A notícia de seu falecimento é devastadora e meus pensamentos estão com Don, seu ex-marido, seus filhos e sua mãe", acrescentou. O'Riordan era de mãe de Taylor (20), Mollie (16) e Dakota (12), filhos de sua casamento com Don Burton.

Tão logo a notícia foi divulgada, o vocalista do Bad Wolves, Tommy Vext, lamentou no Facebook: "Estamos chocados e entristecidos com a notícia da morte de Dolores, poucas horas antes de gravar vocais na nossa próxima versão de 'Zombie'", escreveu;

Tabloides britânicos também revelaram que Dolores namorava há dois anos o músico nova-iorquino Olé Koretsky, seu companheiro na banda paralela D.A.R.K. Eles passaram o réveillon juntos. Na última foto do casal, publicada por Koretsky no primeiro dia do ano, ele aparece abraçado com Dolores e afirma que passou a virada de pijama e assistindo TV com a namorada. Olé Koretsky não se pronunciou sobre a morte da cantora.

 

NYE: take away, TV, pajamas

Uma publicação compartilhada por Olé Koretsky (@doubleole)

 

 

 

 

 

em

A polícia da Inglaterra informou nesta terça-feira (16) que não trabalha com a hipótese de crime na morte. "A morte não é tratada como suspeita. Um relatório será divulgado pelo legista", informou um porta-voz da Scotland  Yard, em declaração publicada pelo jornal "The Guardian".
 

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