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Perdeu alguma coisa no Rock in Rio 2015? Ainda dá tempo de recuperar

Alexandre Matias

Colaboração para o UOL, do Rio

28/09/2015 09h00

Qualquer evento de grande porte no Brasil conta com um alto número de furtos e objetos perdidos e o Rock in Rio, especificamente, é conhecido por incidentes deste tipo. Mas a partir desta edição, o festival carioca implementou uma solução que já vinha sendo experimentadas nas edições portuguesa e norte-americana do evento, ao informatizar seu serviço de achados e perdidos.

O método é simples: todo item recuperado que chega ao serviço de atendimento ao cliente, localizado próximo às entradas da Cidade do Rock, é catalogado junto ao sistema do festival, que então é integrado ao site oficial. Logo que o item fica disponível na base de dados, ele é facilmente encontrado por quem aparece procurando seus pertences perdidos. A novidade deste ano é que tudo o que for encontrado também estará disponível na página online.

Área de "Achados e Perdidos" do site do Rock in Rio - Reprodução - Reprodução
Busque nesta área do site seu objeto
Imagem: Reprodução

Basta entrar em www.rockinrio.com.br e procurar a aba "O evento", que traz a relação dos itens encontrados na seção "Achados e Perdidos". Lá, é possível percorrer a lista com todos os objetos cadastrados, divididos pelo dia em que eles foram registrados no sistema. Pelo próprio site também é possível entrar em contato com o festival para definir a melhor forma de reaver o objeto, que pode acontecer pessoalmente, caso a pessoa more no Rio de Janeiro, ou através de portadores para o resto do Brasil.

No primeiro fim de semana do festival foram encontrados 429 itens, sendo que destes 89 reencontraram os donos, segundo a organização do evento --em sua maioria, documentos e itens de vestuário, como óculos e bonés. De posse dos documentos, a equipe de Achados e Perdidos do festival também tenta encontrar os donos através das redes sociais, principalmente a partir de documentos perdidos. Poucos aparelhos celulares foram reavidos. 

A novidade conta com o reforço da start up Tá Devolvido, da parceira do evento com a Universidade Estácio de Sá, e há três funcionários dedicados a catalogar tudo que foi encontrado na Cidade do Rock. Os itens ficarão disponíveis até 60 dias após o fim do festival.